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Entrevista no programa Memória e Contexto

7 ago

Mês passado foi ao ar a entrevista que Ariel, Rita e eu demos ao programa Memória e Contexto falando sobre síndrome de Down. Vale conferir!

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Colegas: são tantas emoções!

11 mar

Bom dia, queridos! Por aqui, correria e muita coisa legal acontecendo. Pra começar, vou contar a novidade da semana: já que Maomé não veio à montanha, na quarta-feira, Ariel, Rita e o diretor Marcelo Galvão vão para Los Angeles tentar encontrar Sean Penn. Vamos torcer para que tudo dê certo e o Ariel possa realizar o sonho de encontrar seu ídolo. Não sabemos se vai dar certo, mas faremos o que está sob nosso alcance para que isso se concretize.

Enquanto isso, estamos a mil por aqui! A semana passada foi intensa. Na TV, foi ao ar a excelente entrevista que o diretor Marcelo Galvão e os três protagonistas deram para a Marília Gabriela:

Também foi imperdível a entrevista do diretor e trio no programa Agora é Tarde do Danilo Gentili:

Vivemos um momento inesquecível na terça-feira (5/3) quando fomos recebidos com muito carinho no Palácio dos Bandeirantes pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e a primeira dama Lu Alckmin. Nessa data, aconteceu uma exibição do filme Colegas para uma plateia de 1.300 pessoas, entre elas diversas autoridades, defensores dos direitos das pessoas com deficiência e o grande público. Para nós, foi super emocionante!

Também participamos do programa Mulheres (vou tentar achar o vídeo) e do programa Super Pop (vai ao ar hoje, 11/3, às 22h30 na Rede TV). Além disso, a equipe do Colegas marcou presença em diversos programas de rádio. Vamos reunir essas entrevistas em breve e divulgar aqui para quem não conseguiu acompanhar. Paralelamente, temos saído em inúmeras revistas, jornais e sites. A repercussão do nosso filme tem sido simplesmente fantástica!

Bom, amigos, mantenho vocês informados! Recomendo que todos sigam nossas mídias sociais para ficar por dentro das últimas novidades em primeira mão!

Facebook: www.colegasofilme.com.br

Twitter: @colegasofilme

Instagram: @colegasofilme

Youtube: www.youtube.com/colegasofilme

Um beijo a todos e muito obrigada pelo carinho e torcida, em nome de toda a produção do filme Colegas! Adoramos nosso público! Vocês são demais! 🙂

Diretor de Colegas no programa Sem Censura

19 set
Diretor de Colegas no programa Sem Censura

Marcelo Galvão é entrevistado pela jornalista Leda Nagle

Veja a entrevista do diretor de Colegas, Marcelo Galvão, para o programa Sem Censura da TV Brasil. Clique aqui.

Ariel e Rita em entrevista ao IG

13 set

Ariel e Rita em entrevista ao IG

“Para ser ator é preciso dar o sangue.” A frase parece ter saído da boca de um profissional experiente, e é mesmo. Ariel Goldenberg, 31 anos, é um dos protagonistas de “Colegas” , filme ganhador do último Festival de Gramado . A vitória na serra gaúcha, divulgada pela equipe como se fosse o “Oscar brasileiro”, provocou burburinho na internet. Não só pela qualidade do longa, mas pelo fato de ele ser estrelado por atores com síndrome de Down.

Ariel encabeça “Colegas” ao lado da mulher, Rita Pokk, 32 anos, e do carioca Breno Viola, os três downianos. Na trama escrita pelo diretor Marcelo Galvão, o trio, viciado em cinema, foge do instituto onde morava depois de assistir a “Thelma e Louise” e cai na estrada a bordo do Karmann Ghia vermelho do jardineiro, interpretado por Lima Duarte, também o narrador.

Deixando um rastro de crimes e procurados pela polícia (tudo na maior inocência possível), cada um tem o compromisso de realizar um sonho – casar, voar, ver o mar. Por trás dessa história de visual encantador e repleta de referências cinematográficas, há o objetivo nada cifrado de acabar com o preconceito.

Se na ficção os protagonistas viviam segregados, na vida real não poderia ser mais diferente. Prestes a completar nove anos juntos, Rita e Ariel (ou Ari, seu apelido) moram num apartamento amplo no bairro do Sumaré, em São Paulo, na companhia de Corine, mãe de Ariel. Cercados por filmes e obras de arte, trabalham meio período – ela numa rede de drogarias, ele como auxiliar de escritório –, mas querem mesmo é se afirmar como atores.

  

 

Os dois atuaram pela primeira vez juntos numa versão teatral de “Romeu e Julieta”. Ariel conseguiu papéis na novela “Jamais Te Esquecerei” (2003), do SBT (na qual Rita faz uma participação), e num episódio da série global “Carga Pesada”. Depois, já casados, ficaram conhecidos nacionalmente ao participar do documentário “Do Luto à Luta” (2005), de Evaldo Mocarzel, vencedor de seis prêmios no Festival do Recife. Nas entrevistas para divulgar o filme, cruzaram com Marcelo Galvão, que também ia conversar com a jornalista Marília Gabriela, e daí nasceu a parceria para “Colegas”.

Por quatro anos, o casal ensaiou todos as semanas com o diretor. A prévia foi o aquecimento para as filmagens, realizadas ao longo de três meses em Paulínia, São Paulo, Torres (litoral gaúcho) e Buenos Aires. A dupla descarta qualquer privilégio em relação ao resto da equipe. “Não é fácil acordar de madrugada para poder gravar”, garante Ariel ao iG . “Tiveram cenas com uns horários bem loucos. E nas de chuva, a água era gelada pra caramba.”

  

 

Dificuldades assim não impediram os dois de sonhar alto. “Quero ser famosa, conhecida no mundo inteiro, dar várias entrevistas”, conta Rita, que fez curso de interpretação na Associação para o Desenvolvimento Integral do Down (ADID).

Ela sentiu um pouco do gostinho da fama na serra gaúcha, ao ser assediada pelo público nas ruas de Gramado. “Eu conversava com meus fãs, tirava fotos, contava a história do filme, quem era Marcelo Galvão, um monte de coisa.”

Já Ariel quer oficializar a profissão fazendo seu registro profissional de ator (“já tenho até currículo pronto”) e voltar a trabalhar na TV.

“Eu gostaria muito de trabalhar em novela”, diz ele, “não em uma, várias”. Rita, por outro lado, prefere ficar mais focada: “Por enquanto só quero atuar no cinema. Depois, mais tarde, vou ver o que quero fazer”. “Atriz tem que aceitar tudo”, rebate Ariel, engatando uma discussão que se estende por vários minutos.

Preconceito e inclusão

Há poucos dias, a produtora Gatacine, responsável por “Colegas”, abriu uma campanha na internet para arrecadar recursos para auxiliar o lançamento do filme, previsto para entrar em cartaz no dia 9 de novembro. Ariel é o garoto-propaganda, e ele não desperdiça nenhuma oportunidade de divulgar o projeto. “Queria que as empresas dessem mais patrocínio para a gente. O tema de ‘Colegas’ é o preconceito”, defende.

E os dois atores já foram alvo de preconceito? “Já sentimos bastante. As pessoas olham diferente para a gente”, lamenta Rita. “Acham que Down é mongol, que não sabe falar direito, ficam nos subestimando”, acrescenta Ariel, que condena qualquer tipo de preconceito, racial, religioso, o que for. “Queria que você colocasse isso na reportagem: perante os olhos da sociedade, somos Down, mas aos olhos de Deus, somos normais.”

E não são só os downianos que “Colegas” pretende ajudar. A sessão no Festival de Gramado contou com o recurso da audiodescrição, permitindo que cerca de 30 deficientes visuais pudessem acompanhar as aventuras do filme por meio de fones de ouvido.

Antigo parceiro de Hector Babenco, com quem trabalhou em longas como “Pixote”, “O Beijo da Mulher Aranha” e “Brincando nos Campos do Senhor”, o produtor Marçal de Souza – que perdeu a visão em 2007, por conta de diabetes – diz que está tentando viabilizar a facilidade para alguns cinemas quando “Colegas” estrear. Além disso, negocia com a distribuidora a inclusão de legendas em parte das cópias, para beneficiar, desta vez, os surdos. Em Gramado, um grupo compareceu à sessão usando camisetas que diziam “Para quem não ouve, mas se emociona. Legenda para nós”.

 

Essa “corrente do bem” tem gerado um interesse crescente por “Colegas”. “O filme tem esse poder. Todo mundo quer assistir, recebemos milhões de e-mails”, comenta Marçal.

“O que falta é o público voltar ao cinema. É uma judiação quando o filme é visto só por 20 mil, 30 mil pessoas. Tem muita gente querendo saber quando o filme vai ser lançado em DVD, para esperar e ver no sofá. Não se dão conta de que o cinema evoluiu muito tecnicamente, se perde muito em casa, no som, na imagem.”

Rumo ao Oscar

Quando participaram de “Do Luto à Luta”, Ariel e Rita foram convidados por Evaldo Mocarzel para experimentar dirigir algumas cenas de um curta fictício ( assista aqui ). Os dois gostaram tanto que hoje, além de serem atores, sonham em pular também para trás das câmeras. Eles, inclusive, já trabalham na história.

O casal é fanático por filmes de horror. No quarto, a prateleira é repleta de DVDs do gênero – estão lá “O Silêncio dos Inocentes”, “O Exorcista”, “Brinquedo Assassino”, Poltergeist” e por aí vai. Ariel tem na ponta da língua uma das falas do maníaco Hannibal Lecter, interpretado por Anthony Hopkins e citado em “Colegas”. “Comi o fígado dele com caldo de feijão e um bom chianti”, recita o ator, imitando inclusive a célebre salivação do assassino em série.

O casal exibe filmes da coleção: fãs de terror

O casal exibe filmes da coleção: fãs de terror

“Estou escrevendo o roteiro do meu filme, junto com o storyboard”, conta Ariel, sem revelar detalhes. “Minha história é diferente da dele. Tem suspense, terror, tudo junto”, arremata Rita.

Imersa nessa realidade, a dupla pensa grande. Para encerrar com chave de ouro a carreira de “Colegas”, depois da estreia, os dois querem trazer um Oscar inédito para o Brasil. Indagado se gosta de assistir a premiação da Academia de Hollywood, a maior festa do cinema mundial, Ariel logo mostra que não está para brincadeira: “Eu quero ganhar o Oscar, é diferente”.

Séria, a meta rendeu uma página no Facebook e no Twitter , que Rita, ansiosa por ver Brendan Fraser e Stephen King em pessoa, ajuda a atualizar. Enquanto pratica a pose com os Kikitos conquistados em Gramado, o casal pensa positivo. “Se Deus quiser, a gente vai levar o Oscar para casa, para provar do que somos capazes”, torce Rita. “Vamos chegar aqui e gritar: ‘ganhamos o Oscar!!!'”. Ninguém duvida.

Portal IG – Por Marco Tomazzoni

SporTV destaca atleta Breno Viola

13 set
Breno Viola no Sportv

Breno Viola no SporTV

“Breno Viola é um sonhador. Já realizou muito, mas não deixou de sonhar. A cada objetivo alcançado, ele traça nova meta e tem sido assim desde quando era criança. Primeiro atleta com síndrome de down do Brasil e das Américas a conseguir a faixa preta no judô, ele sonha disputar os Jogos Paralímpicos, apesar da modalidade, por enquanto, ser disputada apenas por deficientes visuais.

Aos 31 anos, o judoca é um exemplo. Atleta desde os três anos, ele treinou muito para conseguir a faixa preta, um mérito que não teve nenhum tipo de empurrão, como faz questão de destacar o técnico André Silva.

– A faixa preta dele não foi um prêmio de consolação. Ele é capaz de fazer qualquer coisa que qualquer faixa preta faz, sabe todos os nomes dos golpes, sabe fazer os golpes e aplica na luta. Dá pancada em muita gente no treino e aguenta apanhar dos mais fortes, participa com todo mundo – contou.

A mãe de Breno, Suli Viola, fala com orgulho do filho e sonha junto com ele. Apesar de saber que o judô para atletas com síndrome de down não é disputado nas Paralimpíadas, ela não duvida que ele ainda vá realizar este sonho.

– O Breno não para por qualquer obstáculo. Um obstáculo, para ele, é um desafio para ele se esforçar para conseguir mais. Na hora que ele foi faixa preta, pensa bem… qualquer atleta se sentiria super feliz, imagina ele. Ele ficou muito orgulhoso de ter chegado lá. Era um caminho que a gente achava que seria muito difícil – disse.

Breno pratica judô desde criança e é um exemplo
para todos atletas

Breno também é ator (ele é um dos protagonitas do filme “Colegas”) e escreve para um blog, mas não deixa de se dedicar aos treinos. Quarto colocado na Special Olympics 2011, disputada na Grécia, ele busca a classificação para a próxima edição do evento, considerado as Olimpíadas dos portadores de deficiências intelectuais, que será disputado em Los Angeles, em 2015. Ele também sonha em se tornar árbitro.

– Tenho o sonho de conquistar mais coisas. Gostaria muito de participar dos Jogos Paralímpicos, seria interessante representar meu país – disse.

Breno Viola, primeiro faixa preta de judô das Américas com síndrome de down

O comentarista do SporTV, Leonardo Mataruna, lembra que as Paralimpíadas voltaram a dar espaço para atletas com deficiência intelectual na edição de Londres. Ele cogita a possibilidade do judô ser incluído desta maneira como uma modalidade de apresentação na edição dos jogos no Brasil, em 2016.

– A deficiência intelectual ficou um pouco fora desde 2000 e voltou. Havia um movimento para inserir o judô como modalidade de apresentação em Londres. Foi um processo de muita discussão porque, mesmo com retorno da classe, não têm pessoas com síndrome de down. Eles teriam que criar uma nova classe dentro do perfil da deficiência para ter igualidade de competição. Quem sabe em 2016 ele não possa estar como uma modalidade de apresentação – disse, durante o Conexão SporTV.

Seria mais uma vitória para Breno. E qualquer conquista dele é compartilhada por quem acompanha todo seu esforço.

– Tudo isso tem feito do Breno uma pessoa feliz. Esse foi meu objetivo primeiro quando ele nasceu. Pedi a Deus: me ajuda a fazer o Breno feliz – contou a mãe do atleta.

Site SporTV.com

Entrevista para o site “O Barquinho Cultural”

31 ago
Entrevista para o site "O Barquinho Cultural"

Colegas na mídia

Como foi e quanto tempo demorou a gravação do filme?
A filmagem do Colegas foi um processo incrível e poderá ser conferido pelo público quando lançarmos o documentário “Três Vidas e um Sonho”. Foram 12 semanas de muito trabalho e dedicação: ficamos 10 semanas na região de Paulínia (SP), uma semana no sul do Brasil e uma semana na Argentina.

O elenco, pelo que estávamos lendo no blog do filme, é bastante interligado e conectado entre si, certo?! Como foi a reação da equipe ao ganhar o prêmio de Melhor Filme da 40ª edição do Festival Cinema de Gramado?
A turma do Colegas é muito unida, somos uma família, este filme criou laços profundos de amizade entre muitas pessoas da produção e do elenco. Quanto ao Festival de Gramado, foi emocionante e inesquecível o momento em que Colegas foi anunciado como Melhor Longa Metragem Brasileiro. Depois de sete anos de muito trabalho e dedicação, vencer um prêmio tão importante como este foi um coroamento maravilhoso.

Sobre a captação de recursos, veio de empresas privadas, do próprio bolso ou do governo? Vocês acham que o Min. da Cultura tem investido no cinema e na cultura em geral no país ou precisa se formar melhor e investir mais neste nicho?
Colegas é meu quinto longa-metragem, mas foi o primeiro que fiz com recursos de leis de incentivo provenientes de empresas e também do governo. Quanto ao Ministério da Cultura, acho que eles têm investido de maneira significativa em cinema, contribuindo muito para a evolução deste setor no Brasil, inclusive com nova lei e ações que fomentam os negócios das produtoras independentes. Posso dizer que somos privilegiados em relação ao demais países, pois o Brasil é o único lugar do mundo onde existem leis de incentivo à cultura.

Vocês tiveram algum tipo de preconceito, pelo filme se tratar de pessoas com Síndrome de Down e algumas empresas não quiserem associar sua marca ao filme? Como vocês reverteram essa situação para agregar outras empresas patrocinando o filme?
Sim, enfrentamos muito preconceito na captação de patrocínios. Muitas empresas alegavam não ter interesse em associar a marca a um projeto com pessoas com síndrome de Down, sem perceber que o filme é muito maior do que isso. Colegas é um filme sobre sonhos, coragem, superação, amizade, amor, temas estes que são universais e atemporais. Além disto, o grande barato do Colegas acontece quando você esquece que os atores são Down – a partir daí, a gente se envolve com os protagonistas, se emociona, ri, torce por eles. Felizmente, conseguimos captar patrocínio junto aos que viram o filme como um incrível projeto de inclusão social e valorização da diversidade através do cinema e fizeram nosso sonho se tornar realidade. São eles: Sabesp, Prefeitura Municipal de Paulínia, Petrobras, Neoenergia, AkzoNobel, KSB, Libbs, NET, Locaweb, CVC, Docol e Senac.

O filme é um retrato para mostrar a sociedade de que as pessoas com Síndrome de Down podem sim ter uma vida normal como qualquer outra pessoa?
Antes de mais nada, o filme mostra que não existem limites para os sonhos. Quando você percebe o exemplo dado por três jovens Down que saíram em busca de seus sonhos, surge a reflexão “o que acontece na vida da gente quando vamos em busca dos nossos maiores sonhos?”. Colegas vai desmistificar o tema “Síndrome de Down”, mostrando a surpreendente capacidade desses jovens. Com isso, esperamos quebrar paradigmas e ajudar a combater o preconceito.

Agora que vocês já ganharam o Kikito de 2012, quais as próximas artimanhas que vocês pretendem almejar perante ao filme?
Queremos percorrer vários festivais de cinema no Brasil e exterior e lançar o filme no circuito comercial das salas de cinema do Brasil em 9 de novembro de 2012. Até lá, criamos um projeto de crowdfunding no site Catarse para levantar recursos para estarmos no maior número possível de salas de cinema no país. Quem quiser ajudar, visite: www.catarse.me/colegas. Há recompensas bem interessantes para quem investir no filme.

Para finalizar, conte-nos um pouco sobre a estreia oficial e como vocês pretendem promover o filme na semana de lançamento?
Como falei, a estreia está confirmada para 9 de novembro de 2012 através da Europa Filmes. Prevemos diversas ações na mídia para dar visibilidade ao lançamento nacional, bem como participação em eventos ligados à inclusão social. Acabamos de participar do I Seminário Nacional sobre Síndrome de Down de Vitória da Conquista (BA) e nossa ideia é marcar presença em muitos debates do gênero.

Site Barquinho Cultural – Por Patricia Visconti

Diretor Marcelo Galvão e Breno no programa “Agora é Tarde”

30 ago

O diretor  Marcelo Galvão e o ator Breno Viola participaram de uma entrevista para Danilo Gentili no programa Agora é Tarde.