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Senador recomenda filme Colegas a todos brasileiros

12 set
Colegas mencionado na Câmara

Colegas mencionado na Câmara

Primeiro a discursar em Plenário nesta segunda-feira (10), o senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a fazer um apelo aos deputados federais para que acelerem a apreciação do Estatuto da Pessoa com Deficiência (PLS 6/2003), projeto de sua autoria que tramita na Câmara dos Deputados como PL 7.699/2006.

O parlamentar disse que, por onde passa, tem sido questionado a respeito da aprovação do estatuto, acrescentando que as pessoas não entendem por que motivo a Câmara não o aprova.

– Não podemos falar em direitos humanos sem incluir princípios como a acessibilidade, a inclusão, a liberdade, a independência e a valorização da diversidade humana – afirmou.

Paim recomendou a todos os brasileiros que assistam o filme Colegas, de Marcelo Galvão, premiado como melhor longa metragem brasileiro no Festival de Cinema de Gramado de 2012.

– É um filme interessantíssimo, que trata com carinho especial as pessoas com deficiência – disse o senador, relatando a emoção do público no dia em que viu o filme e elogiando o diretor, Marcelo Galvão, pelo olhar especial que dirigiu às pessoas com deficiência.

O senador lembrou que existem diversos tipos de deficiência, que necessitam, cada uma delas, de ações e instrumentos específicos de inclusão e acessibilidade, como rampas, calçadas, publicações em braile, audiolivros, portas largas, ampliadores de texto, semáforos com aviso sonoro, entre tantos outros.

O parlamentar comentou ainda os dados do Censo 2010 do IBGE, que identificou 45,6 milhões de pessoas com deficiência no Brasil. Além disso, pontuou, o censo mostrou que apenas 18% dos prédios escolares da rede pública de ensino no país têm vias de acesso e banheiros adaptados.

O censo também constatou, acrescentou Paim, que apenas 4,7% das ruas do país têm rampa de acesso para cadeirantes e nenhum dos municípios brasileiros conseguiu ainda construir essa benfeitoria em todas as suas vias.

– Acredito que para chegarmos a ser uma sociedade mais humana precisamos de uma mudança cultural e do cumprimento da legislação. As pessoas precisam mudar por dentro. Essa é uma questão de alma, de sentimento, de coração – disse Paim.

Site do Senado – Por Agência Senado

Entrevista para o site “O Barquinho Cultural”

31 ago
Entrevista para o site "O Barquinho Cultural"

Colegas na mídia

Como foi e quanto tempo demorou a gravação do filme?
A filmagem do Colegas foi um processo incrível e poderá ser conferido pelo público quando lançarmos o documentário “Três Vidas e um Sonho”. Foram 12 semanas de muito trabalho e dedicação: ficamos 10 semanas na região de Paulínia (SP), uma semana no sul do Brasil e uma semana na Argentina.

O elenco, pelo que estávamos lendo no blog do filme, é bastante interligado e conectado entre si, certo?! Como foi a reação da equipe ao ganhar o prêmio de Melhor Filme da 40ª edição do Festival Cinema de Gramado?
A turma do Colegas é muito unida, somos uma família, este filme criou laços profundos de amizade entre muitas pessoas da produção e do elenco. Quanto ao Festival de Gramado, foi emocionante e inesquecível o momento em que Colegas foi anunciado como Melhor Longa Metragem Brasileiro. Depois de sete anos de muito trabalho e dedicação, vencer um prêmio tão importante como este foi um coroamento maravilhoso.

Sobre a captação de recursos, veio de empresas privadas, do próprio bolso ou do governo? Vocês acham que o Min. da Cultura tem investido no cinema e na cultura em geral no país ou precisa se formar melhor e investir mais neste nicho?
Colegas é meu quinto longa-metragem, mas foi o primeiro que fiz com recursos de leis de incentivo provenientes de empresas e também do governo. Quanto ao Ministério da Cultura, acho que eles têm investido de maneira significativa em cinema, contribuindo muito para a evolução deste setor no Brasil, inclusive com nova lei e ações que fomentam os negócios das produtoras independentes. Posso dizer que somos privilegiados em relação ao demais países, pois o Brasil é o único lugar do mundo onde existem leis de incentivo à cultura.

Vocês tiveram algum tipo de preconceito, pelo filme se tratar de pessoas com Síndrome de Down e algumas empresas não quiserem associar sua marca ao filme? Como vocês reverteram essa situação para agregar outras empresas patrocinando o filme?
Sim, enfrentamos muito preconceito na captação de patrocínios. Muitas empresas alegavam não ter interesse em associar a marca a um projeto com pessoas com síndrome de Down, sem perceber que o filme é muito maior do que isso. Colegas é um filme sobre sonhos, coragem, superação, amizade, amor, temas estes que são universais e atemporais. Além disto, o grande barato do Colegas acontece quando você esquece que os atores são Down – a partir daí, a gente se envolve com os protagonistas, se emociona, ri, torce por eles. Felizmente, conseguimos captar patrocínio junto aos que viram o filme como um incrível projeto de inclusão social e valorização da diversidade através do cinema e fizeram nosso sonho se tornar realidade. São eles: Sabesp, Prefeitura Municipal de Paulínia, Petrobras, Neoenergia, AkzoNobel, KSB, Libbs, NET, Locaweb, CVC, Docol e Senac.

O filme é um retrato para mostrar a sociedade de que as pessoas com Síndrome de Down podem sim ter uma vida normal como qualquer outra pessoa?
Antes de mais nada, o filme mostra que não existem limites para os sonhos. Quando você percebe o exemplo dado por três jovens Down que saíram em busca de seus sonhos, surge a reflexão “o que acontece na vida da gente quando vamos em busca dos nossos maiores sonhos?”. Colegas vai desmistificar o tema “Síndrome de Down”, mostrando a surpreendente capacidade desses jovens. Com isso, esperamos quebrar paradigmas e ajudar a combater o preconceito.

Agora que vocês já ganharam o Kikito de 2012, quais as próximas artimanhas que vocês pretendem almejar perante ao filme?
Queremos percorrer vários festivais de cinema no Brasil e exterior e lançar o filme no circuito comercial das salas de cinema do Brasil em 9 de novembro de 2012. Até lá, criamos um projeto de crowdfunding no site Catarse para levantar recursos para estarmos no maior número possível de salas de cinema no país. Quem quiser ajudar, visite: www.catarse.me/colegas. Há recompensas bem interessantes para quem investir no filme.

Para finalizar, conte-nos um pouco sobre a estreia oficial e como vocês pretendem promover o filme na semana de lançamento?
Como falei, a estreia está confirmada para 9 de novembro de 2012 através da Europa Filmes. Prevemos diversas ações na mídia para dar visibilidade ao lançamento nacional, bem como participação em eventos ligados à inclusão social. Acabamos de participar do I Seminário Nacional sobre Síndrome de Down de Vitória da Conquista (BA) e nossa ideia é marcar presença em muitos debates do gênero.

Site Barquinho Cultural – Por Patricia Visconti

Estado de Minas: De Igual para Igual

30 ago
Estado de Minas: De Igual para Igual

“Primeiro longa-metragem brasileiro protagonizado por jovens atores com síndrome de Down traz leveza à questão da inclusão social e desconstrói preconceitos” (Estado de Minas)

“De igual para igual: primeiro longa-metragem protagonizado por jovens atores com síndrome de Down traz leveza à questão da inclusão social e desconstrói preconceitos.” (…)

>> Leia a matéria completa

Colegas no Seminário Nacional sobre Síndrome de Down de Vitória da Conquista

25 ago

Estamos participando deste evento na Bahia. Ontem apresentamos o filme Colegas e hoje participamos da mesa redonda para compartilhar nossa experiência de inclusão social através do cinema.

Colegas no Seminário Nacional sobre Síndrome de Down

Colegas no Seminário Nacional sobre Síndrome de Down

Prof. Dr. Zan Mustacchi (Pediatra e Geneticista) e Aleksandra Zakartchouk (Diretora de Comunicação do filme Colegas) no seminário que aconteceu na UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia)

 

Colegas em matéria sobre síndrome de Down na TV Brasil

10 ago

Veja Breno, Ariel e Rita e o diretor Marcelo Galvão em matéria da TV Brasil especial sobre síndrome de Down.

Arte como meio de inclusão

29 jun

Exposição no MIS reúne obras de crianças com Síndrome de Down

O Museu da Imagem e do Som (MIS) promove o lançamento do livro“Claudio Tozzi – Estruturas do Real”, nesta quinta-feira, 28, às 19h. A obra se debruça sobre o universo de criação do artista plástico paulista, abordando suas preferências e métodos.

O lançamento é acompanhado da inauguração de uma exposição especial com releituras de obras do artista feito por alunos do projeto“Pintou a Síndrome do Respeito”, do Instituto Olga Kos.

Tozzi participou recentemente de oficinas de arte com crianças do projeto.

Todo o valor arrecadado com a venda das obras de arte e dos exemplares do livro serão revertidos às crianças que participam da exposição e aos demais projetos do instituto.

A mostra fica em cartaz até o dia 1º de julho com entrada Catraca Livre.

>>Ver matéria no site

Exposição no MIS reúne obras de crianças com Síndrome de Down

Exposição no MIS reúne obras de crianças com Síndrome de Down